Se um dia você tiver que escolher entre o amor e o mundo, lembre-se... Se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele você conquistará o mundo...Fui obrigada a escolher o mundo.
sábado, 15 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
Tanta Solidão ---->Roberto Carlos

Você não sabe
Quanta saudade você me deixou
Lindos momentos
Coisas que o tempo jamais apagou
Foi tanta emoção, amor
Tanta coisa que ficou
Foi tanta paixão
Tanta coisa pra um só coração
Sinto saudade
Daquele tempo que a gente sonhou
Mas no meu peito
A realidade é que nada mudou
Quanta solidão, amor
Quanta solidão, amor
E a recordação
É demais para um só coração
São coisas que eu não sei como dizer
Mas eu sei que o meu silêncio você sabe compreender
Se você está tão longe, tão distante pra voltar
Saiba que eu estou tão perto sem saber como chegar
Talvez sejam lembranças, nada mais
E eu não sei dizer se os nossos sentimentos são iguais
Já tentei, já fiz de tudo e não consigo te esquecer
Às vezes penso que os meus sonhos não existem sem você
Você não sabe
Quanta saudade você me deixou
Sinto vontade
De te buscar e dizer como estou
Foi tanta emoção, amor
Tanta coisa que ficou
Tanta solidão
É demais para um só coração
Talvez sejam lembranças, nada mais
E eu nem sei dizer se os nossos sentimentos são iguais
Já tentei, já fiz de tudo e não consigo te esquecer
Às vezes penso que os meus sonhos não existem sem você
Sinto saudade
Daquele tempo que a gente sonhou
Mas no meu peito
A realidade é que nada mudou
Quanta solidão, amor
Quanta solidão, amor
E a recordação
É demais para um só coração
Quanta solidão, amor
Quanta solidão, amor
E a recordação
É demais para um só coração
Quanta solidão, amor
Quanta solidão, amor
E a recordação
É demais para um só coração
Quanta saudade você me deixou
Lindos momentos
Coisas que o tempo jamais apagou
Foi tanta emoção, amor
Tanta coisa que ficou
Foi tanta paixão
Tanta coisa pra um só coração
Sinto saudade
Daquele tempo que a gente sonhou
Mas no meu peito
A realidade é que nada mudou
Quanta solidão, amor
Quanta solidão, amor
E a recordação
É demais para um só coração
São coisas que eu não sei como dizer
Mas eu sei que o meu silêncio você sabe compreender
Se você está tão longe, tão distante pra voltar
Saiba que eu estou tão perto sem saber como chegar
Talvez sejam lembranças, nada mais
E eu não sei dizer se os nossos sentimentos são iguais
Já tentei, já fiz de tudo e não consigo te esquecer
Às vezes penso que os meus sonhos não existem sem você
Você não sabe
Quanta saudade você me deixou
Sinto vontade
De te buscar e dizer como estou
Foi tanta emoção, amor
Tanta coisa que ficou
Tanta solidão
É demais para um só coração
Talvez sejam lembranças, nada mais
E eu nem sei dizer se os nossos sentimentos são iguais
Já tentei, já fiz de tudo e não consigo te esquecer
Às vezes penso que os meus sonhos não existem sem você
Sinto saudade
Daquele tempo que a gente sonhou
Mas no meu peito
A realidade é que nada mudou
Quanta solidão, amor
Quanta solidão, amor
E a recordação
É demais para um só coração
Quanta solidão, amor
Quanta solidão, amor
E a recordação
É demais para um só coração
Quanta solidão, amor
Quanta solidão, amor
E a recordação
É demais para um só coração
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Despedida do Amor

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,já que ainda estamos tão embrulhados na dorque não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,a dor de virar desimportante para o ser amado.Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.É que, sem se darem conta, não querem se desprender.Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância,mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
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